segunda-feira, 23 de março de 2009

domingo, 22 de março de 2009

Outras Pousadas e Casas de Aluguel.


Nome: Pensão do Candinho
Tipo: Casa de aluguel temporada ou fim de semana
Endereço: Povoado Santana Rio Preto
Telefone: (31 ) 3838-1130
Nome: Casa do Vicente
Tipo: Casa de aluguel temporada ou fim de semana
Endereço: Povoado Santana Rio Preto , 229
Telefone: (31 ) 3838-1130
Nome: Pousada Pouso da Serra
Tipo: Pousada
Endereço: Povoado Santana Rio Preto (Cabeça de Boi)
Telefone: (031) 38381130
Nome: Pousada Pouso da Serra
Tipo: Pousada
Endereço: Povoado Santana Rio Preto (Cabeça de Boi)
Telefone: (031) 38381130

Itambé do Mato Dentro tem o menor índice de violência de MG

Na Praça Primeiro de Maio, os amigos Raimundo Almeida, de 86 anos, e Sebastião Costa, de 79, aproveitam o tempo livre para botar a conversa em dia.

Itambé do Mato Dentro – Apenas 145 quilômetros separam a cidade mais violenta de Minas Gerais, Belo Horizonte, da ocupante da última posição no ranking estadual, Itambé do Mato Dentro, na região Central. A class_ificação leva em conta o número de ocorrências registradas pela Polícia Civil, em 2006, e descarta o de moradores. Enquanto os quase 2,4 milhões de habitantes da capital lamentaram 945 homicídios e 30.019 crimes violentos no ano passado, as 2,7 mil pessoas do pequeno município, conhecido pelas várias cachoeiras, não choram um assassinato desde 1997. O último roubo foi em 2004. Mesmo assim, os moradores fazem questão de ressaltar: o crime foi cometido por forasteiros que invadiram a prefeitura e outras sedes de municípios vizinhos para levar computadores.

A delegacia responsável pela cidade fica em Itabira, distante 35 quilômetros, e recebeu apenas duas ocorrências em 2006. Mas elas não resultaram em inquéritos porque as investigações concluíram que não houve crime. O resultado de cidade mais tranqüila não surpreendeu os moradores de Itambé do Mato Dentro, acostumados a dormir com portas destrancadas e janelas abertas. A calma é tanta que o município nem precisa de uma delegacia. O “pelotão” da Polícia Militar no local é formado por um sargento, dois cabos e um soldado. De vez em quando, um deles é deslocado para reforçar o efetivo de municípios vizinhos.

O PM mais antigo, o cabo José Agostinho Monteiro, trabalha lá desde 1990. “A última prisão que fiz, em flagrante, foi há cinco anos”, conta. “Aqui é tão calmo que acabamos fazendo um trabalho mais comunitário, orientando moradores e proferindo palestras, como para o Conselho Tutelar. É mais um serviço de prevenção”, acrescenta o sargento Cremilson Silva Oliveira, que tem oito anos de corporação e já enfrentou bandidos em BH e Governador Valadares, no Vale do Rio Doce. Ele sabe bem a diferença entre o policiamento das duas cidades e o de Itambé: “Os problemas das grandes regiões não chegaram aqui”.

A tranqüilidade em Itambé é espelhada nos rostos dos habitantes, principalmente dos mais antigos, que levam uma vida bem pacata. Seu Sebastião Costa, de 79 anos, é um deles. O aposentado nasceu em Conceição do Mato Dentro e chegou ao atual município por “volta dos anos 1950”, como diz. “De Santa Maria do Itabira até aqui são 36 quilômetros e vim no lombo de um cavalo. Chegando, a primeira pessoa que avistei foi uma linda moça, numa janela. Casei-me com ela e tivemos cinco filhos”, recorda, sem esconder a emoção.

Ele passa as manhãs conversando com os “velhos e bons amigos” na Praça Primeiro de Maio, onde fica a Igreja Nossa Senhora das Oliveiras, padroeira da cidade. Um deles é o marceneiro Raimundo Martins Almeida, de 86, companhia certa nas missas de domingo. A dupla se encanta com o altar, construído no século 18 e tombado pelo patrimônio histórico estadual. Também sobram elogios para o badalar do imenso sino, de 1855, que convoca a população para as rezas. “Não há lugar calmo e bonito como esta cidade”, assegura Raimundo.

E assim caminha o dia-a-dia em Itambé. Despreocupados, vizinhos passam horas conversando nas calçadas, recordando o passado e se divertindo nas águas da região. São dezenas de cachoeiras, rios e ribeirões que descem pelas imensas montanhas e atraem vários turistas. Bom para o ajudante de pedreiro Geraldo Soares, de 42. Todo fim de tarde, ele e os filhos Jhouzeff Pytter, de 13, e Jhouzeffer Patrick, de 14, jogam as iscas no Rio Preto e conseguem boa quantidade de lambaris, piaus, timburés, carás e até traíras.

“O máximo que já vi em Itambé, nos últimos anos, em relação a violência, foi uma ou outra discussão, mas que é resolvida na hora”, diz o pai. Simpático e carregando o pescado numa velha capanga, ele não deixa de convidar os amigos que encontra pela frente para o jantar. O sorriso no rosto é marca constante do trio, principalmente quando cumprimenta um casal de irmãos que adotou Itambé como cidade do coração. Trata-se dos ex-artistas circenses Leon Jaime Santos Araújo, de 53, e Ivanda Santos Araújo, de 47.

Os dois rodaram o Brasil se apresentando debaixo de lonas. Ao chegarem em Itambé, para uma temporada, amaram o lugar e nunca mais foram embora. “Era 1979. As ruas não tinham calçamento e já gostamos daqui. Fui palhaço e equilibrista. Minha irmã, contorcionista. Posso dizer que, aqui, não tem violência. É um lugar excelente para se morar”, assegura Leon, que morou e passou várias temporadas em diversos endereços do país.

Já Jojó, como é conhecido o aposentado Josias Meirelles Perdião, de 52, não saiu muito de Itambé. Mesmo assim, o senhor que anda na sela de um cavalo, carregando galinhas para vender, não se engana: “Não tem outra melhor”. O comerciante Deolindo de Melo Lage, de 82, reforça as palavras do amigo. “Tenho esta loja há cerca de 60 anos e nunca fui assaltado. Mas, em BH, já me roubaram uns trocados que carregava no bolso”, compara.

Portal UAI com informações de Paulo Henrique Lobato/Estado de Minas

CACHOEIRAS E PASSEIOS ECOLOGICOS (VILLAAREJO ESPEDIÇOES)


CACHOEIRAS E PASSEIOS ECOLOGICOS





Apontando para o céu, as formações de rochas sedimentares dobradas são a marca registrada da cabeça de boi, que também abriga um frágil ecossistema coberto de campos floridos. São flores de espécies raras, como a canela-de-ema gigante e outras milhares que ainda nem foram catalogadas pelos cientistas. Acrescentando à beleza floral inúmeras cachoeiras e riachos, encontramos nessa região serrana incontáveis motivos para nos entregarmos à contemplação da natureza intocada.


Dicas para quem vai participar deste passeio ecológico:
- Durante o passeio é aconselhável usar: roupas leves (calças compridas e blusa de manga), roupas de banho, tênis ou botas, meias grossas e boné ou chapéu;
- O participante deve levar uma mochila (ou pochete) com objetos pessoais, alimentos leves suficientes para todo o passeio, um cantil ou garrafa com água, uma lanterna, uma toalha, capa de chuva, um canivete pequeno, materiais básicos de primeiros socorros (medicamentos, esparadrapo, etc.) e uma muda de roupa extra;
- A alimentação ideal para os passeios é: sanduíches naturais, frutas, chocolates, biscoitos, bebidas isotônicas, água e produtos energéticos;
- Aconselhamos levar ainda máquina fotográfica, protetor solar, repelente, cajado, óculos escuros e um agasalho para se proteger do frio.
Este blog esta em contruçao tendo muitos temas de carater ficticio e (esperimental) duvidas ligue ou mande-nos um email.






Mande um e-mail para nos villaarejo@hotmail.com Uriel ou Silvana

Trecho entre Itambé do M. Dentro e Morro do Pilar

Cachoeira da Vitória (Itambé do Mato Dentro)

Cachoeira do Lúcio (Itambé do Mato Dentro)